Uma noite dentro de um balde.

 

Pensava que os sapos já estariam a hibernar nesta altura devido ao frio que se tem sentido. Mas heis que encontro um deambulante a enfrentar o frio da noite. Ontem já de noite, e tal como tinha sucedido à umas semanas atrás, voltei a encontrar um sapo-comum (Bufo bufo) no meio da estrada.

Também este veio passar o resto noite dentro de um balde de castigo. Mas teve mais sorte pois pus lá uns insectos para não ficar sozinho. Quando pela manhã o fui soltar já não estavam lá, ou seja foram simplesmente devorados por uma língua pegajosa. (risos)

Fui buscar a minha pequena à escola mais cedo, pois havia lhe prometido que ia comigo soltar o dito “sapo”!!!

No Vale-do-rato perto do local onde o apanhei, mas distante da estrada, existe um pequeno ribeiro, foi ali que o libertei, engraçado após dar uns saltos por ali atirou-se à água, e lá foi à vida dele. Se repararem no reflexo dos olhos dele conseguem ver dois vultos, um meu e outro da pequena Beatriz.

E assim foi parte do dia de hoje!

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